12 de janeiro de 2012

11 de janeiro de 2012

9 de janeiro de 2012

VIVER O QUE ACREDITAMOS


Quando tinha 34 anos, George Albert Smith fez uma lista de 
resoluções que chamou de seu “credo pessoal”,onze ideais pelos quais se comprometeu a viver:

“Serei amigo dos que não têm amigos e terei alegria em ministrar às necessidades dos pobres.

Visitarei os doentes e aflitos e inspirarei neles o desejo de ter fé 
para serem curados.

Ensinarei a verdade de modo que toda humanidade compreenda 
e seja abençoada.

Buscarei a ovelha perdida e tentarei trazê-la de volta a uma vida
justa e feliz.

Não procurarei forçar as pessoas a viver segundo meus ideais, 
mas as incentivarei com amor a fazer o que é certo.

Viverei no meio das pessoas e as ajudarei a resolver seus problemas para que sua vida na Terra seja feliz.

Evitarei a publicidade dos altos cargos e desencorajarei os elogios de amigos inconsequentes.

Não ferirei deliberadamente os sentimentos de qualquer pessoa,
nem daquele que me fez mal, mas procurarei fazer-lhe o bem e 
torná-lo meu amigo.

Vencerei a tendência ao egoísmo e à inveja e me regozijarei com
o sucesso de todos os filhos de meu Pai Celestial.

Não serei inimigo de nenhuma alma vivente.

Jesus nos fortalece pelo exemplo:




Era lento para condenar, como no caso da mulher pega em adultério (ver João 8:3–11).

Estava sempre pronto a perdoar, como na ocasião em que pediu o perdão do Pai para os crucificadores (ver Lucas 23:33–34).

Era compassivo, como ilustra o episódio em que chorou com Maria e Marta pela morte de Lázaro (ver João 11:33–36).

Era atencioso com Sua família, como no momento em que pediu que cuidassem de Sua mãe quando estava na cruz (ver João 19:25–27).

Pagava o mal com o bem, como quando restituiu a orelha decepada de um de Seus capturadores (ver Lucas 22:50–51).

Amava as crianças, como ficou evidente quando as abençoou (ver Mateus 19:14–15; 3 Néfi 17:21–24).

Era grato, como quando elogiou a mulher que o ungira com óleo (ver Lucas 7:44–48).

Estava sempre ávido por servir, como quando lavou os pés de Seus discípulos, ensinando-os a servir uns aos outros (ver João 13:4–17).

Estava disposto a sacrificar-Se, como mostra Sua Expiação pelos pecados do mundo (ver Mateus 26:35–45).

5 de janeiro de 2012

VOCÊ ESTÁ SOBRECARREGADO?

Imagem da Internet

"Frequentemente nos sentimos sobrecarregados com a tarefa que temos diante de nós. Contudo, sempre contamos com ajuda. Ele que conhece cada um de Seus filhos responderá nossa oração fervorosa e sincera, se buscarmos ajuda para guiá-los. Essa oração resolverá mais problemas, aliviará mais sofrimentos, evitará mais transgressões e proporcionará mais paz e alegria à alma humana do que qualquer outra coisa."


A Liahona, dezembro de 1999

Thomas.S.Monson♥

“A família que ora unida, permanece unida”.

ldsphonebook.com

 "Foi perguntado a um famoso juiz americano o que nós, como cidadãos dos países do mundo, poderíamos fazer para reduzir o crime e a desobediência à lei e trazer paz e alegria à nossa vida e ao nosso país. Ele respondeu, pensativo: “Eu sugeriria uma volta ao antigo costume de orar em família.Como povo, quão gratos somos pelo fato de a oração familiar não ser um costume antiquado entre nós. Há um significado real neste conhecido ditado: “A família que ora unida, permanece unida”.

Thomas S.Monson

Idéias sobre como devemos Estudar as Escrituras



O Élder D. Todd Christofferson deu as seguintes idéias sobre como devemos estudar as escrituras:

“Você precisa se preocupar mais com o tempo que passa lendo as escrituras do que com o quanto lê nesse período. Isso acontece quando você lê alguns versículos, pondera sobre eles, lê com cuidado os versículos novamente, e à medida que pensa em seu significado, ora pedindo compreensão, faz perguntas em sua mente, espera receber inspiração e escreve esses sentimentos e ideias que lhe são concedidos para poder lembrar-se deles e aprender mais. Estudando dessa forma, talvez você não leia muitos capítulos ou versículos em meia hora, mas abrirá espaço em seu coração para a palavra de Deus e Ele falará com você”
 A Liahona, maio de 2004