4 de junho de 2011

CONFIA!





“Confia no Senhor de todo o teu coração” (Provérbios 3:5).                                                                                                     

Quando eu era criança, seguia meu pai por todos os lados. Sempre ficava admirada com sua dedicação ao Senhor. Ele me deixou um padrão elevado de serviço altruísta. Ele tirava uma semana de férias por ano. Contudo, em vez de viajar, pedia à família que o ajudasse a pintar a casa de nossa vizinha viúva. É apenas um exemplo entre tantos outros atos de serviço. Ele sempre pensava nos outros.
Quando eu estava na escola secundária, meu pai ficou muito doente. Orei muito e pedi ao Pai Celestial que abençoasse meu pai para que se recuperasse. Depois de um mês de internação, ele faleceu.
Foi uma tragédia para nossa família. Não fazia o menor sentido para nós, pois precisávamos de nosso pai. Orei para compreender por que isso acontecera e por que o Pai Celestial não respondera a minhas preces. Eu tinha a impressão de que os céus estavam em silêncio. Eu não recebia respostas para minhas orações. Sentia que o Pai Celestial me abandonara. Mas continuei a orar.
Um ano depois, assisti a uma reunião sacramental em que o orador leu uma escritura de Provérbios:
“Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas” (Provérbios 3:5–6).
O Espírito testificou para mim que essa era a resposta a minha oração! Eu precisava confiar no Senhor. Demorei muito para receber essa resposta, e não era a que eu tanto desejara, mas foi a resposta mais maravilhosa a minhas orações. Não era para eu saber o motivo daquele acontecimento. Bastava-me confiar no Senhor.
Quando você confia no Senhor, torna-se capaz de fazer qualquer coisa — mesmo que seja dificílimo — porque Ele de fato guia seus caminhos. Ele caminhará a seu lado. Ele o tomará pela mão. Enviará Seus anjos para protegê-lo. Esse é meu testemunho. E aplica-se a todos nós.
Meu pai deu-me um presente especial em seu último Natal em vida. Era um colar com um pequeno sino de prata. Era um lembrete para eu sempre dar ouvidos ao Espírito e permanecer pura. É um tesouro precioso para mim.

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