31 de maio de 2011

SER E FAZER

Ser e fazer são coisas inseparáveis.
O Salvador com frequência denunciava os que faziam sem serem, chamando-os de hipócritas: “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Marcos 7:6). Fazer sem ser é hipocrisia, ou seja, simular o que não é: é ser fingido.                                                                                                                                        Por outro lado, ser sem fazer é vazio, como em “a fé, se não tiver as obras,é morta em si mesma” (Tiago 2:17; grifo do autor). Ser sem fazer não é ser de verdade: é enganar-nos a nós mesmos, crendo que somos bons, simplesmente por termos boas intenções.
Fazer sem ser (hipocrisia) passa uma falsa imagem para os outros, ao passo que ser sem fazer passa uma imagem falsa para nós mesmos.
O Salvador repreendeu os escribas e fariseus por sua hipocrisia: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que dizimais” — algo que eles faziam — “a hortelã, o endro e o cominho, e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé” (Mateus 23:23). Em outras palavras, eles não eram o que deviam ser.
Embora reconhecesse a importância de fazer, o Salvador identificou ser como “o mais importante”. A importância maior de ser é ilustrada nos seguintes exemplos:
 1-Entrar nas águas do batismo é algo que fazemos.ser que precisa vir antes disso é a fé em Jesus Cristo e uma vigorosa mudança no coração.
2-Tomar o sacramento é algo que fazemos. Ser dignos de tomar o sacramento é algo bem mais sério e importante.
3-A ordenação ao sacerdócio é um ato que fazemos.A questão mais séria, porém, é o poder no sacerdócio, que se baseia nos “princípios da retidão” (D&C 121:36) ou ser.
Muitos elaboram uma lista de coisas a fazer, para lembrar-se do que desejam realizar. Mas as pessoas raramente fazem uma lista de coisas que devem ser. Por quê? Fazer envolve atividades ou acontecimentos que podem ser assinalados na lista, quando estão feitos. Ser, porém, nunca acaba. Não há como assinalar como concluídas as coisas que você deve ser. Posso levar minha mulher para passear numa bela noite de sexta-feira. Isso é algo que vou fazer.Mas ser um bom marido não é um evento único: é algo que precisa ser parte da minha natureza, do meu caráter, de quem eu sou.
Conferência Geral – abril 2011 – 
Élder Lynn G.Robbins – (Setenta) 

SALVADOR! RECEBA-O EM SUA VIDA!

30 de maio de 2011

SALVADOR

"O Salvador não é um observador silencioso. 
Ele próprio conhece de modo pessoal e infinito a dor 
que enfrentamos."                                                                                                     Elder Kent F. Richards

PERSIGA SUA META

“Para  alcançar  uma meta  que nunca atingiu antes, você precisa fazer coisas que nunca fez antes”                                                                                                                    Élder Richard g. Scott                                                                                                     Conferência Geral, Abril de 1990

METAS

“Se pudermos formular as nossas metas de maneira clara, encontraremos um propósito e significado para todas as nossas ações. Metas claramente compreendidas mantêm a nossa vida no foco... Sem metas os nossos eforços podem tornar-se dispersos e  improdutivos. Sem o percebermos, podemos ser levados por impulsos e desejos conflitantes...
“Se não selecionarmos conscientemente as nossas metas, poderemos ser controlados por metas que não sejam de nossa própria escolha, metas impostas   por   pressões  externas (tais como as expectativas alheias) ou por nossos hábitos (tal como a procrastinação) ou pelo nosso desejo de aprovação do  mundo”. 
Ensinamentos do Pres. Ezra Taft Benson

DECISÕES E ETERNIDADE

Os momentos são as moléculas que compõem a eternidade! Há alguns anos, o Presidente Hinckley aconselhou: "Não são os grandes acontecimentos, mas, sim, as decisões do dia-a-dia que determinam o curso de nossa vida. ( . . . ) A vida é, na verdade, a soma total de nossas decisões aparentemente insignificantes e nossa capacidade de viver de acordo com elas". ("Caesar, Circus, or Christ?", Discursos do Ano da Universidade Brigham Young, 26 de outubro de 1965

(...) Sei que eu sou propenso a vagar sem rumo, Senhor;
Propenso a abandonar o Deus a quem amo;
Aqui está meu coração, ó, tome-o e guarde-o;
Guarde-o para as cortes celestes.
("Come, Thou Fount of Every Blessing", Hymns [1948], nº 70]   

As tentações e seduções do mundo”                                                                                  Neal A. Maxwell - Conferência Geral – outubro de 2000

SEJA LUZ!


“Espero que se alguns dos filhos de Deus estiverem na escuridão espiritual, que vocês se cheguem até eles com uma lâmpada e com luz em seu caminho; que se eles estiverem na frígida solidão espiritual com seu frio penetrando em seus ossos, que vocês se cheguem a eles com seu casaco e seu manto também; e que quando eles precisarem de vocês para andarem com eles, segurando suas mãos um pouquinho, que vocês andem com eles por milhas e milhas, erguendo-os, fortalecendo-os, encorajando-os e inspirando-os.”
Presidente Spencer W.Kimball

29 de maio de 2011

MAIS DILIGENTES E INTERESSADOS EM CASA

Imagem da Internet

Em meu escritório há uma bela pintura de um campo de trigo. A pintura é um imenso conjunto de pinceladas de tinta, nenhuma das quais, vista isoladamente, aparenta ser muito interessante ou impressionante. Na verdade, se olharmos a tela bem de perto, tudo o que veremos será um aglomerado de riscos de cor amarela, dourada e marrom, aparentemente sem relação entre si e sem beleza. No entanto, à medida que nos afastamos da tela, todas as pinceladas isoladas se combinam e produzem uma magnífica paisagem de um campo de trigo. Muitas pinceladas comuns e individuais se unem para criar uma pintura cativante e bela.

Cada oração familiar, cada episódio de estudo das escrituras em família e cada noite familiar é uma pincelada na tela de nossa alma. Nenhum desses momentos isoladamente aparenta ser muito impressionante ou memorável. Mas assim como as pinceladas amarelas, douradas e marrons de tinta se complementam e produzem uma impressionante obra-prima, nossa constância em fazer coisas aparentemente pequenas pode levar a resultados espirituais significativos. “Portanto não vos canseis de fazer o bem, porque estais lançando o alicerce de uma grande obra. E de pequenas coisas provém aquilo que é grande” (D&C 64:33). A constância é um princípio-chave ao estabelecermos o alicerce de uma grande obra em nossa vida e ao nos tornarmos mais diligentes e interessados em nosso lar.

Ser constante no lar é importante ainda por outro motivo. Muitas das reprimendas mais severas do Salvador foram dirigidas aos hipócritas. Jesus advertiu Seus discípulos contra os escribas e fariseus: “Não procedais em conformidade com as suas obras, porque dizem e não fazem” (Mateus 23:3). Essa forte advertência aconselha-nos seriamente a “expressar amor e a demonstrá-lo”, a “prestar testemunho e vivê-lo” e a “ser constantes”.

A hipocrisia em nossa vida é muito fácil de ser percebida e provoca a maior destruição em nosso próprio lar. E as crianças, em geral, são as mais alertas e sensíveis em reconhecer a hipocrisia.
As declarações de amor em público, quando não há gestos de amor praticados no lar, são hipocrisia e enfraquecem o alicerce de um grande trabalho. Prestar publicamente um testemunho, quando não há fidelidade e obediência em nosso lar é hipocrisia e enfraquece o alicerce de um grande trabalho. O mandamento “não dirás falso testemunho” (Êxodo 20:16) se aplica mais diretamente ao hipócrita que pode existir em cada um de nós. Precisamos ser e tornar-nos mais constantes. “Mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” (I Timóteo 4:12).

Ao buscarmos a ajuda do Senhor e Sua força, podemos gradualmente reduzir a disparidade entre o que dizemos e o que fazemos, entre o amor que expressamos e nossa constante demonstração dele, e entre prestar testemunho e vivê-lo com firmeza.                                                                                                                                                                                  ELDER DAVID A.BEDNAR – 
MAIS DILIGENTES E INTERESSADOS EM CASA 
CONFERÊNCIA GERAL OUTUBRO DE 2009

28 de maio de 2011

ENTREGUE SUA VIDA AO SENHOR!


“Quando colocamos Deus em primeiro lugar,todas as coisas encontram seu devido lugar ou são eliminadas de nossa vida. Nosso amor pelo Senhor governará as exigências de nosso afeto e nosso tempo, os interesses que buscamos e a ordem de nossas prioridades”. 
Presidente Ezra Taft Benson                                                                                                                               Conferência Geral -  abril de 1988

27 de maio de 2011

DOIS ESPÍRITOS - PRESIDENTE GRANT


“Há dois espíritos lutando com todos os homens: um dizendo para eles fazerem o que é certo, e outro dizendo para fazerem as coisas que lhes darão prazer, que irão satisfazer o seu próprio orgulho e ambição. Se vivermos como devemos viver iremos seguir sempre o espírito que nos ensina fazer o que é certo.”
Presidente Heber J. Grant

DEVERES PARA COM DEUS - PRESIDENTE JOHN TAYLOR



“Devemos ter consciência de que Deus é nosso Pai e somos Seus filhos, que Ele prometeu escutar nossas orações e que, de nós, pede-se que sejamos obedientes à Sua vontade e realizemos os Seus desígnios. Depois, para que nossas orações tenham efeito, devemos cumprir os diversos deveres que temos, como os que já mencionamos, e ser honestos e honrados uns com os outros.”
Ensinamentos do Presidente  John Taylor

ESTA É A SUA ÉPOCA - ELDER NEIL L.ANDERSEN


Imagem da Internet
"Já pensaram no motivo pelo qual foram enviados à Terra nesta época específica? Vocês não nasceram na época de Adão e Eva, nem enquanto os faraós governavam o Egito, nem durante a dinastia Ming. Vieram à Terra nesta época, vinte séculos depois da primeira vinda de Cristo. O sacerdócio de Deus foi restaurado na Terra, e o Senhor estendeu a mão para preparar o mundo para Seu glorioso retorno. Esta é uma época de grandes oportunidades e de importantes responsabilidades. Esta é a sua época.”
Élder Neil L. Andersen - Quórum dos Doze Apóstolos – "Preparar o Mundo para a Segunda Vinda"  Conferência Geral Abril 2011

24 de maio de 2011

PAZ MUNDIAL!


Certa vez, Madre Teresa foi interrogada sobre:

“Como devemos promover a paz mundial”.
Sua resposta foi:
"Vá para casa e Ame a sua família!..."

 Madre Teresa

23 de maio de 2011

NOTÍCIAS DA IGREJA

NÃO SE ESQUEÇA DE ORAR!

Imagem Belleza del Alma

IMAGEM LINDA!

Imagem Belleza del Alma

PRÁ VOCÊ!

Imagem Belleza DEL ALMA

PERDÃO


“Se você tiver feito tudo o que puder para se arrepender de seus pecados, não importando quem seja, ou onde esteja, (...) desejará ter uma resposta que confirme se oSenhor o perdoou ou não. Em sua busca espiritual, se procurar, achará paz para a consciência; por esse sinal, saberá que o Senhor aceitou seu arrependimento. Satanás tentará fazê-lo pensar o contrário e até persuadi-lo de que, como já cometeu um erro,continuará  errando sem qualquer possibilidade de voltar atrás. Isso é uma grande mentira. Toda pessoa que se arrepender de seus erros e não voltar a cometer os mesmos pecados sentirá o milagre do perdão.” Harold B. Lee  Conferência Geral abril de 1973

A RESPOSTA

“É um equívoco supor que toda oração que oferecemos será respondida imediatamente. Certas orações exigem considerável esforço de nossa parte. (...) Quando Lhe expomos um problema e uma possível solução, Ele às vezes responde “sim”, e outras “não”. Muitas vezes Ele retarda uma resposta, não por falta de interesse, mas por amar-nos — perfeitamente. Ele quer que apliquemos as verdades que nos concedeu. A fim de progredirmos precisamos confiar em nossa capacidade de tomar decisões corretas. Precisamos fazer o que achamos ser certo. No devido tempo, Ele responderá. Ele não nos abandona.                                                                    ” Élder Richard G. Scott                                                                             (A Liahona, janeiro de 1990)



SAI PARA FORA!


“A passagem do tempo não alterou a capacidade do Redentor de mudar a vida dos homens. O mesmo que Ele disse a Lázaro, que estava morto, Ele diz a todos nós: “(...) Sai para fora”. (João 11:43) Saiam do desespero da dúvida. Saiam do sofrimento do pecado. Saiam da morte da incredulidade. Saiam para uma nova vida. Saiam para fora.”                                                                                              Élder Thomas S. Monson (Ensign, maio de 1974)

MEDO


“Existem aqueles que acordam todas as manhãs com medo de ir à escola, ou mesmo a uma atividade da Igreja, porque se preocupam em saber como serão tratados. Vocês têm o poder de mudar sua vida para melhor. (...) O Senhor está contando com vocês para serem incentivadores e dar-lhes uma ajuda. Pensem menos em vocês e mais no poder que têm para ajudar os outros, mesmo aqueles dentro de sua própria família.”
Élder Joe J. Christensen                                                                                 (A Liahona, janeiro de 1997)

MAPA DO CAMINHO MAIS SEGURO

“Alguns anos atrás, o Presidente da Missão Suécia relatou uma experiência de quando estava num barco, navegando por entre várias pequenas ilhas rumo à Finlândia.Enquanto observava o barco desbravando o mar, notou o curso tortuoso que o piloto seguia por entre as várias ilhas e pensou consigo: Por que ele não nos leva por aquela ilha mais interessante ao invés de seguir este caminho sombrio?Disse o Presidente da Missão: ‘Enquanto estava ali sentado, pensando, percebi algo como cabos de vassoura que apareciam de repente nas águas à frente. Notei, então, que alguém havia mapeado o curso mais seguro por aquelas águas e pusera guias para nos dirigir em segurança.’Depois, ensinou esta lição: ‘Da mesma forma, os engenheiros de Deus cartografaram  o caminho mais seguro para nós, escrevendo-o nas escrituras, tão inconfundivelmente como o barco que nos guiou pelas águas perigosas para a segurança ao longe.”                                                  Presidente Harold B. Lee                                                                                                                               “Encontrar as Respostas nas Escrituras”,Ensign,dezembro de 1972

ALMAS ANÊMICAS

“Temo que muitos de nós passemos de um dia para outro, sem darmos a devida importância às Escrituras.Viramo-nos ao avesso para chegar na hora ao médico, para conversar com advogados e homens de negócio.Mas não nos importamos nem um pouco em adiarmos nossas entrevistas com a divindade, postergando o Estudo das Escrituras.Não é de admirar que desenvolvamos almas anêmicas e percamos o rumo na vida. Quão melhor seria, se planejássemos e reservássemos, considerando sagrados, quinze ou vinte minutos por dia para a leitura das Escrituras! Tais entrevistas com a Deidade nos ajudariam a reconhecer Sua Voz, e nos capacitariam a receber orientação em todos os nossos negócios”.                                                                                        Elder Carlos E.Asay - A Liahona, abril de 1979

15 de maio de 2011

11 de maio de 2011

PONTUAÇÃO


Show da língua portuguesa!

'Um homem rico estava muito mal, agonizando. Pediu papel e caneta. Escreveu assim:


'Deixo meus bens a minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga aconta do padeiro nada dou aos pobres. '


Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.


1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.


2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:

Deixo meus bens à minha irmã. Não a meu sobrinho. Jamais será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.


3) O padeiro pediu cópia do original. Puxou a brasa pra sardinha dele:

Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro. Nada dou aos pobres.


4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:


Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do padeiro? Nada! Dou aos pobres.


Moral da história:

'A vida pode ser interpretada e vivida de diversas maneiras. Nós é que fazemos sua pontuação. 

E isso faz toda a diferença...
Antonio M.Rocha - UOL Mais



8 de maio de 2011

Mãe, a senhora está aí?




“Hugh, lembra-se de quando você era menino e acordava assustado no meio da noite por causa de um pesadelo? Você chamava de seu quarto: ‘Mãe, a senhora está aí?’ e eu respondia e tentava consolá-lo e afastar seus temores. E agora,quando sair para cumprir missão e enfrentar o mundo, haverá ocasiões em que se sentirá assustado, fraco, incapaz, solitário e cheio de problemas. Quero que saiba que pode chamar o Pai Celestial, como costumava chamar-me, e dizer: ‘Pai, estás aí? Preciso de Tua ajuda’. Faça isso sabendo que Ele está sempre perto de você e que estará pronto para ajudá-lo, se você fizer sua parte e for digno de Suas bênçãos. Quero assegurar-lhe que Ele está sempre por perto e irá responder suas orações e atender a suas necessidades em tudo que for para o seu bem.” 
Élder Hugh B. Brown Contado
a Marvin J. Ashton, 
“Know He Is There”, Ensign, fevereiro de 1994, p. 50.

7 de maio de 2011

O MAIS NOBRE ATRIBUTO DA ALMA HUMANA - PRES. MONSON

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“Durante a Grande Depressão, os sem-teto, os oprimidos e desempregados ‘seguiam os trilhos do trem’ que passavam perto de casa. Em várias ocasiões, alguém batia timidamente na porta dos fundos. Quando eu abria a porta, via um homem, às vezes dois, malvestidos, desnutridos e semianalfabetos. (…) o cabelo desgrenhado, a barba por fazer. A pergunta era sempre a mesma: ‘Poderia me arrumar um pouco de comida?’ Minha querida mãe invariavelmente respondia de modo carinhoso: ‘entre e sente-se à mesa’. ela então preparava um sanduíche de presunto, cortava um pedaço de bolo e servia um copo de leite. Minha mãe então perguntava ao visitante sobre sua casa, sua família, sua vida, ela dava esperança e dizia palavras de incentivo. Antes de partir, o visitante fazia uma pausa para expressar seu sincero agradecimento, eu notava que um sorriso de contentamento havia substituído o desespero no rosto, o olhar que antes era sem vida brilhava com nova determinação, o amor, o mais nobre atributo da alma humana, pode fazer milagres”                               Thomas S.Monson
(Conferência Geral, abril de 1987)

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EXEMPLO - THOMAS S.MONSON


“Certas lições de amor aparentemente pequenas são atentamente observadas pelas crianças, que silenciosamente absorvem o exemplo dos pais. Meu próprio pai, que era tipógrafo, trabalhou arduamente praticamente todos os dias de sua vida. tenho certeza de que no Dia do Senhor ele teria gostado de simplesmente ficar em casa, em vez disso, ele visitava os parentes idosos, procurando dar um pouco de alegria à vida deles.Um deles era seu tio, que sofria tanto com artrite, que não conseguia andar nem cuidar de si mesmo. Em certas tardes de domingo, meu pai propunha: ‘Venha, Tommy, vamos dar um passeio com o tio Elias’, então, íamos até a Rua eighth West, no velho oldsmobile 1928. Quando chegávamos à casa do tio Elias, eu ficava esperando no carro, enquanto meu pai entrava. Pouco depois, ele reaparecia carregando nos braços seu tio entrevado, frágil como uma peça de porcelana. Eu abria a porta do carro e ficava observando com que delicadeza e carinho ele acomodava o tio no banco da frente para que tivesse uma visão melhor, enquanto eu ia no banco de trás.O passeio era curto e a conversa limitada, mas que grande legado de amor! Meu pai nunca leu para mim a parábola do bom samaritano na Bíblia. em vez disso, levava-me com ele e o tio Elias, naquele velho oldsmobile 1928, pela estrada de Jericó”
Thomas S.Monson
(Conferência Geral, outubro de 1988)

5 de maio de 2011

ACAUTELAI-VOS DO ORGULHO



“Orgulho é o pecado universal, o grande vício… O orgulho é a grande Pedra de tropeço de Sião.”
Meus amados irmãos, alegro-me por estar convosco em mais uma gloriosa conferência geral da Igreja. Sou profundamente grato pelo amor, orações e serviço dos devotados membros da Igreja no mundo inteiro.
Gostaria de elogiar os santos fiéis que se empenham por inundar a terra e a própria vida com o Livro de Mórmon. Precisamos não só distribuir de forma monumental mais exemplares do Livro de Mórmon, mas temos de promover corajosamente mais de suas maravilhosas mensagens em nossa própria vida e por toda a terra.

Esse sagrado livro foi escrito para nós – para os nossos dias. Suas escrituras destinam-se a ser aplicadas por nós. (Vide 1 Néfi 19:23.)
O livro Doutrina e Convênios nos diz que o Livro de Mórmon é o “registro de um povo decaído”. (Vide D&C 20:9.) E por que ele caiu? Esta é uma das principais mensagens do Livro de Mórmon. Nos derradeiros capítulos desse registro, Mórmon dá a resposta nestes termos: “Eis que o orgulho desta nação, ou seja, do povo nefita, será a causa de sua destruição.” (Morôni 8:27.) E depois, para que não ignoremos essa significativa mensagem do Livro de Mórmon a respeito do povo decaído, o Senhor nos adverte em Doutrina e Convênios: “Precavei-vos contra o orgulho, para que não vos torneis como os nefitas de outrora.” (D&C 38:39.)

Peço sinceramente o beneficio de vossa fé e orações ao procurar lançar luz sobre esta mensagem do Livro de Mórmon – o pecado do orgulho – mensagem esta que me vem acabrunhando a alma já há certo tempo. Sei que o Senhor quer que essa mensagem seja transmitida agora.

No conselho pré-mortal, foi o orgulho que derrubou Lúcifer, o “filho da manhã”. (2 Néfi 24:12-15; vide também D&C 76:25-27; Moisés 4:3.) No fim deste mundo, quando Deus purificar a terra pelo fogo, os orgulhosos serão queimados qual restolho e os mansos herdarão a terra. (Vide 3 Néfi 12:5, 25: 1; D&C 29:9; Joseph Smith 2:37; Malaquias 4:1.)
Em Doutrina e Convênios, o Senhor por três vezes usa a frase “acautelai-vos do orgulho”, inclusive falando ao segundo élder da Igreja, Olíver Cowdery, e Emma Smith, esposa do profeta. (D&C 23: 1; vide também 25:14; 38:39.)
O orgulho é um pecado muito mal compreendido, e muitos pecam por ignorância. (Vide Mosias 3:11; 3 Néfi 6:18.) Nas escrituras, o orgulho nunca é considerado justo – sempre é pecado. Portanto, não importa como o mundo empregue o termo, temos de compreender o sentido que Deus lhe dá para entendermos a linguagem dos escritos sagrados e deles tirar proveito. (Vide 2 Néfi 4:15; Mosias 1:3-7; Alma 5:61.)

Muitos de nós consideramos o orgulho egocentrismo, convencimento, jactância, arrogância ou soberba. Tudo isto faz parte do pecado, mas continua faltando a essência, o cerne.
O cerne do orgulho é a inimizade – inimizade para com Deus e para com o próximo. Inimizade quer dizer “ódio, hostilidade ou oposição”. É o poder pelo qual Satanás quer reinar sobre nós.

O orgulho é essencialmente competitivo por natureza. Lançamos nossa vontade contra a de Deus. Quando lançamos nosso orgulho contra Deus, é no sentido de “seja feita a minha vontade e não a tua”. Conforme dizia Paulo, eles “buscam o que é seu, e não o que é de Cristo Jesus”. (Filipenses 2:21.)
Nosso desejo de competir com a vontade de Deus, dá vazão desenfreada aos desejos, apetites e paixões. (Vide Alma 38:12; 3 Néfi 12:30.)

O orgulhoso não consegue aceitar que sua vida seja dirigida pela autoridade de Deus. (Vide Helamã 12:6.) Ele opõe sua percepção da verdade ao conhecimento maior de Deus, sua capacidade ao poder do sacerdócio de Deus, suas realizações às poderosas obras dele.
Nossa inimizade para com Deus assume muitos rótulos, como rebeldia, coração endurecido, obstinação, impenitência, soberba, suscetibilidade e incredulidade. Os orgulhosos querem que Deus concorde com eles. Não estão interessados em mudar de opinião para concordar com Deus.

Outro componente importante desse pecado predominante é a inimizade para com nossos semelhantes. Somos tentados diariamente a considerar-nos melhores que os outros e a diminuí-los. (Vide Helamã 6:17; D&C 58:41.)
Os orgulhosos fazem de todos os homens seus adversários, lançando seu intelecto, opiniões, obras, posses, talentos ou qualquer outro mecanismo de medida contra seus semelhantes. Nas palavras de C. S. Lewis: “O orgulho não se compraz em ter alguma coisa, somente em ter mais que o próximo… É a comparação que vos torna orgulhosos: o prazer de sentir-se acima dos outros. Tirando-lhe o elemento competitivo, desaparece o orgulho.” (Mere Christianity, New York: Macmillan, 1952, pp. 109-110.)

No conselho pré-terreno, Lúcifer apresentou sua proposta contra o plano do Pai, defendido por Jesus Cristo. (Vide Moisés 4:1-3.) Queria ser honrado mais que todos os outros. (Vide 2 Néfi 24:13.) Em suma, desejava em sua soberba destronar a Deus. (Vide D&C 29:36; 76:28.)
As escrituras estão repletas das graves conseqüências que o pecado do orgulho causou a pessoas, grupos, cidades e nações. “A soberba precede a ruína.” (Provérbios 16:18.) Causou a destruição do povo nefita e da cidade de Sodorna. (Vide Morôni 8:27; Ezequiel 16:49-50.)

Foi o orgulho que provocou a crucificação de Cristo. Os fariseus se enfureceram por Jesus declarar-se o Filho de Deus, o que ameaçava sua posição, e por isso tramaram sua morte. (Vide João 11:53.)
Saul tornou-se inimigo de Davi por orgulho. Ficou enciumado porque as mulheres israelitas saíram ao seu encontro cantando: “Saul feriu os seus milhares, porém Davi os seus dez milhares.” (I Samuel 18:6-8.)

O orgulhoso teme mais o julgamento humano que o julgamento de Deus. (Vide D&C 3:6-7; 30:1-2; 60:2.) “O que os homens pensarão de mim?” pesa mais do que: “O que Deus pensará de mim?”
O Rei Noé estava disposto a libertar o Profeta Abinádi, mas o apelo ao seu orgulho da parte dos sacerdotes iníqüos mandou Abinádi para a fogueira. (Vide Mosias 17:11-12.) Herodes afligiu-se quando a esposa pediu que João Batista fosse decapitado, mas seu desejo orgulhoso de sobressair aos olhos “dos que estavam à mesa com ele” causou a morte de João. (Mateus 14:9; vide também Marcos
6:26.)

O temor do julgamento dos homens se manifesta na luta pela aprovação deles. O orgulhoso ama “a glória dos homens, (mais) do que a glória de Deus”. (João 12:42-43.) O pecado se manifesta nos motivos pelos quais agimos. Jesus disse que fazia “sempre” o que agradava a Deus. (Vide João 8:29.) Não faríamos melhor em ter o agrado de Deus por estímulo, do que procurar sobressair e fazer melhor que outra pessoa?

Certas pessoas orgulhosas estão mais preocupadas com o fato de seu salário ser superior ao de outra pessoa do que se o mesmo atende suas necessidades. Sua recompensa é estar um grau acima dos outros. Esta é a inimizade do orgulho.
Quando o orgulho toma conta de nosso coração, deixamos de ser independentes do mundo e escravizamos nossa liberdade ao julgamento humano. O mundo brada mais alto que os sussurros do Espírito Santo. O raciocínio humano prevalece sobre as revelações de Deus, e o orgulhoso larga a barra de ferro. (Vide 1 Néfi 8:19-28; 11:25; 15:23-24.)

Orgulho é o pecado que vemos facilmente nos outros, mas raramente reconhecemos em nós mesmos. Quase todos nós consideramos o orgulho como pecado de pessoas eminentes, como os ricos e os instruídos, olhando de cima para o resto de nós. (Vide 2 Néfi 9:42.) Existe, porém, um mal muito mais comum entre nós: o orgulho dos que de baixo olham para cima. Este se manifesta de inúmeras maneiras, como críticas, maledicência, difamação, resmungos, viver acima das posses, inveja, cobiça, recusar gratidão e louvor capaz de edificar outra pessoa, e mostrar-se insensível e invejoso.

A desobediência é basicamente o orgulhoso desafio a alguma autoridade superior. Pode ser a de um pai ou mãe, líder do sacerdócio, professor ou, sobretudo, Deus. A pessoa orgulhosa detesta o fato de que alguém esteja acima dela, achando que isto a rebaixa.
O egoísmo é um dos aspectos mais comuns do orgulho. “Como isto me afeta” é o centro de tudo que importa – presunção, autocomiseração, auto-realização mundana, satisfação própria e egoísmo.

O orgulho resulta em combinações secretas destinadas a obter poder, proveito e a glória do mundo. (Vide Helamã 7:5; Éter 8:9, 16, 22-23; Moisés 5:31.) Esse fruto do pecado do orgulho, isto é, as combinações secretas, derrubou a civilização jaredita e a nefita, e tem sido e ainda será a causa da ruína de muitas nações. (Vide Éter 8:18-25.)
Outro aspecto do orgulho é a contenda. Discussões, disputas, domínio injusto, divergências entre gerações, divórcios, maus tratos conjugais, motins e tumultos enquadram-se todos nessa categoria de orgulho.

Contendas na família afastam o Espírito do Senhor, como também muitos membros de nossa família. A contenda varia de uma palavra ofensiva a conflitos mundiais. Dizem-nos as escrituras que “da soberba só provém a contenda”. (Provérbios 13: 10; vide igualmente Provérbios 28:25.)
As escrituras testificam que o orgulhoso se ofende facilmente e guarda ressentimento. (Vide 1 Néfi 16:1-3.) Ele se nega a perdoar a fim de manter o outro em débito e justificar sua mágoa.
Os orgulhosos não aceitam facilmente conselho ou repreensão. (Vide Provérbios 15:10; Amós 5: 10.) Usam a atitude defensiva para justificar e racionalizar suas fraquezas e falhas. (Vide Mateus 3:9; João 6:30-59.)

Os orgulhosos dependem do mundo para dizer-lhes se têm valor ou não. Sua auto-estima depende de onde se encontram, pretensamente, na escada do sucesso mundano. Sentem-se dignos de mérito como pessoa se houver um número suficiente de indivíduos abaixo deles em termos de realizações, talento, beleza ou inteligência. O orgulho é feio e diz: “Se tens sucesso, sou um fracasso.”

Se amarmos a Deus, fizermos sua vontade e temermos seu julgamento mais que o dos homens, teremos auto-estima.
O orgulho é um pecado amaldiçoador no verdadeiro sentido da palavra. Ele limita ou impede o progresso. (Vide Alma 12:10-11.) Os orgulhosos não se deixam ensinar. (Vide 1 Néfi 15:3, 7-11.) Não mudam de idéia para aceitar verdades porque fazê-lo implicaria admitir seu erro.

O orgulho afeta negativamente todas as nossas relações – nossas relações com Deus e seus servos, entre marido e esposa, pais e filhos, empregador e empregado, professor e aluno, e toda a humanidade. Nosso grau de orgulho determina como tratamos nosso Deus e nossos irmãos. Cristo quer elevar-nos até onde ele se encontra. Será que desejamos fazer o mesmo com os outros?

O orgulho debilita nosso sentimento de filiação para com Deus e fraternidade para com o homem. Ele nos separa e divide em “classes” de acordo com nossas “riquezas” e “oportunidades de instrução”. (3 Néfi 6:12.) É impossível haver unidade num povo orgulhoso, e se não formos um, não somos do Senhor. (Vide Mosias 18:21; D&C 38:27; 105:2-4; Moisés 7:18.)

Pensai no que o orgulho nos tem custado no passado e nos está custando hoje em nossa vida, nossa família e na Igreja.
Pensai no arrependimento possível em termos de vidas transformadas, casamentos preservados e lares fortalecidos, se o orgulho não nos impedir de confessar os pecados e abandoná-los. (Vide D&C 58:43.)
Pensai nos numerosos membros que se tornaram menos ativos na Igreja, porque foram ofendidos, e o orgulho não lhes permitiu perdoar ou fartar-se plenamente à mesa do Senhor.
Pensai nas dezenas de milhares a mais de jovens e casais que poderiam estar cumprindo missão, se o orgulho não os impedisse de entregar seu coração a Deus. (Vide Alma 10:6; Helamã 3:34-35.)

Pensai no crescimento da obra do templo, se o tempo dedicado a esse serviço sublime fosse mais importante que muitos interesses orgulhosos que reclamam nosso tempo.
O orgulho afeta todos nós em diversas ocasiões e vários graus. Agora podeis ver por que o edifício representativo do orgulho no sonho de Leí era grande e espaçoso, e enorme a multidão que nele entrava. (Vide 1 Néfi 8:26, 33; 11:35-36.)
Orgulho é o pecado universal, o grande vício. Sim, o orgulho é o pecado universal, o grande vício.

O antídoto para o orgulho é humildade – mansidão, submissão. (Vide Alma 7:23.) É o coração quebrantado e espírito contrito. (Vide 3 Néfi 9:20,12:19; D&C 20:37, 59:8; Salmos 34:18; Isaías 57:15, 66:2.) Conforme tão bem o colocou Rudyard Kipling:
Morrem os gritos e o clamor,
Passa dos reis o vão poder,
Mas teu divino esplendor,
Há de viver, há de viver.
Teus mandamentos, o Senhor,
Não nos permitas esquecer!
(“Deus de Meus Pais”, Hinos, n.º 58.)

Deus terá um povo humilde. Podemos escolher ser humildes ou podemos ser compelidos à humildade. Diz Alma: “Abençoados são os que se humilham sem a isso serem compelidos.” (Alma 32:16.)
Sejamos humildes por opção.
Podemos ser humildes voluntariamente vencendo a inimizade para com nossos irmãos, estimando-os como a nós próprios e alçando-os até onde estamos, ou mais alto ainda. (Vide D&C 38:24; 81:5; 84:106.)
Podemos ser humildes voluntariamente aceitando conselhos e punição. (Vide Jacó 4:10; Helamã 15:3; D&C 63:55, 101:4-5, 108:1, 124:61, 84; 136:31; Provérbios 9:8.)
Podemos ser humildes voluntariamente perdoando os que nos ofenderam. (Vide 3 Néfi 13:11, 14; D&C 64: 10.)
Podemos ser humildes voluntariamente prestando serviço abnegado. (Vide Mosias 2:16-17.)
Podemos ser humildes voluntariamente saindo em missão e pregando a palavra capaz de tornar outros humildes. (Vide Alma 4:19; 31:5; 48:20.)
Podemos ser humildes voluntariamente indo mais freqüentemente ao templo.
Podemos ser humildes voluntariamente confessando e abandonando o pecado, e nascendo de Deus. (Vide D&C 58:43; Mosias 27:25-26; Alma 5:7-14, 49.)
Podemos ser humildes voluntariamente amando a Deus, fazendo sua vontade e dando-lhe prioridade em nossa vida. (Vide 3 Néfi 11:11, 13:33; Morôni 10:32.)
Sejamos humildes por opção. Nós podemos sê-lo. Sei que podemos.

Meus queridos irmãos, temos de nos preparar para redimir Sião. Foi essencialmente o pecado do orgulho que nos impediu de estabelecer Sião nos dias do Profeta Joseph Smith. Foi o mesmo pecado que decretou o fim da consagração entre os nefitas. (Vide 4 Néfi 1:24-25.)
O orgulho é a grande pedra de tropeço no caminho de Sião. Repito. O orgulho é a grande pedra de tropeço no caminho de Sião.
Temos de limpar o vaso interior vencendo o orgulho. (Vide Alma 6:2-4; Mateus 23:25-26.) Temos de ceder “aos sussurros do Espírito Santo”, despojar-nos do “homem natural”, santificando-nos “pela expiação de Cristo, o Senhor”, e tornando-nos como “a criança, submisso, manso, humilde”. (Mosias 3:19; vide também Alma 13:28.)
Que assim procedamos e sigamos avante para cumprir nosso divino destino, é minha fervorosa oração em nome de Jesus Cristo. Amém.
Presidente Ezra Taft Benson
Conferência Geral, Abril 1989
(A Liahona, julho de 1989, pp. 3-6)

3 de maio de 2011

ESCOLHAS ETERNAS



O Sacrifício e a Consagração Trazem Alegria a Nossa Vida                                                                                    “Lembro-me de um jovem no Centro de Treinamento Missionário há um ano e meio atrás, que se preparava para servir no Japão. Conseguimos ingressos com a bilheteria da BYU para que todos os missionários assistissem ao jogo final do campeonato interno de futebol americano. Deram ingressos para todos em um bom lugar (…) e anunciamos aos missionários que todos teriam permissão de ir ao jogo na tarde do dia seguinte. Este jovem procurou-me e perguntou: ‘Presidente Pinegar, tenho que ir ao jogo amanhã à tarde?’
Pensei que ele estivesse doente. ‘Não quer assistir ao jogo?’                                                                                                             Se o senhor soubesse o quanto estou louco para ir!’ disse ele. ‘Joguei futebol americano por dois anos na faculdade, mas quando vim para o CTM, comprometi-me comigo mesmo e com o Senhor que aprenderia todas as oito palestras em japonês. Se for ao jogo amanhã, não alcançarei minha meta.                                                                                         

Obviamente, dei-lhe permissão para ficar no CTM e estudar.Encontrei-o algumas semanas mais tarde. Na verdade, cerca de cinco dias antes de sua partida para o Japão. Ele se aproximou de mim na lanchonete e disse: ‘Presidente Pinegar, lembra-se de mim? Sou o missionário que não quis ir ao jogo de futebol americano porque queria estudar as palestras. Hoje terminei de decorar a oitava palestra. O senhor precisa saber o que me aconteceu naquela tarde em que fiquei aqui e não fui ao jogo. Até aquele momento, eu conseguia memorizar vinte linhas por dia em japonês; no dia do jogo, o dia em que fiz um sacrifício eu senti que fizera um sacrifício, memorizei 120 linhas. Daquele momento em diante, continuei progredindo e hoje decorei a oitava palestra.’”                                                                                                                                                                                              Elder Max L. Pinegar -                                                                                                     (Seriedade quanto às Coisas que Devem Ser Feitas)

VIDA ETERNA

Presente - Você valoriza pelo preço??





Marcos 12: 41- 44  A viúva pobre
Jesus sentado em frente a Arca do Tesouro observou: lançavam o dinheiro na arca e muitos lançavam muito.Uma viúva lançou 2 moedas que valiam ½ centavo (eram as menores moedas usadas na época).Jesus disse aos discípulos: Esta Viúva lançou mais que todos que jogaram na arca do tesouro.Eles jogaram o que lhes sobrava, mas ela,da sua pobreza doou tudo o que tinha.

"Nas contas guardadas pelos anjos registradores, anotadas de acordo com a aritmética dos céus, os lançamentos são feitos em  termos de qualidade e não de quantidade, e os valores são determinados com base na capacidade e intenção. O  rico dera muito, mas ainda lhe restara muito mais; a doação da viúva era tudo o que possuía. Não havia sido a pequenez de sua oferta que a tornara especialmente aceitável, mas o espírito de sacrifício e intenção devota com que a fizera . Nos livros da contabilidade celeste, a contribuição da viúva dera entrada como uma doação generosa, ultrapassando com valor a dádiva dos reis. 'Porque se há prontidão de vontade, será aceita segundo o que qualquer tem, e não segundo o que não tem'. Elder Talmage (II  Coríntios 8:12)" Jesus,  o Cristo, p. 543.)

VOCÊ É BOM?

2 de maio de 2011

"Um anjo para cuidar de mim""An Angel To Watch Over Me"

DESEJOS - 127 horas




Como desenvolvemos desejos?
Poucos terão o tipo de crise que motivou Aron Ralston,  mas a experiência pessoal dele deixa uma valiosa lição sobre o desenvolvimento do desejo. Quando Ralston excursionava por um desfiladeiro remoto no sul de Utah, uma rocha de quase meia tonelada soltou-se de repente, prendendo-lhe o braço. Por cinco dias solitários, ele fez de tudo para libertar-se. Quando estava prestes a desistir e aceitar a morte, teve a visão de um menino de três anos que corria em sua direção e a quem ele abraçava com o braço esquerdo. Compreendendo que aquela era uma visão de seu futuro filho, garantindo-lhe que ele poderia sobreviver, Ralston reuniu coragem e executou a drástica ação para salvar a vida antes de perder as forças. Ele quebrou os dois ossos do braço direito preso e depois usou a lâmina de seu canivete para cortar fora o braço. Depois reuniu forças para percorrer oito quilômetros em busca de ajuda. 4 Que grande exemplo da força de um desejo premente! Quando temos a visão daquilo em que podemos nos tornar, nosso desejo e nosso poder de agir aumentam enormemente.                                              (Aron Ralston, Between a Rock and a Hard Place)                                    Desejo                                                                                                                                       Elder Dallin H.Oaks 
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