9 de setembro de 2011

PERDOAR O PRÓXIMO


“Vemos a necessidade do perdão nos lares em que as pessoas transformam pequeninos montes de desentendimento em verdadeiras montanhas de discussão; entre vizinhos que convertem pequenas diferenças em rancores eternos; entre colegas de trabalho, que discutem e recusam-se a fazer concessões e a perdoar. Na maioria dos casos, se houvesse um pouco de boa vontade para uma conversa calma, o assunto poderia ser resolvido a contento de todos. Ao invés disso, passam o tempo nutrindo rancores e planejando retaliações. (…)
Se houver alguém que guarde no coração o veneno da inimizade, rogo a essa pessoa que peça ao Senhor que lhe dê forças para perdoar. A expressão desse desejo será a própria substância de vosso arrependimento. Pode não ser fácil e não acontecer rapidamente, mas se o procurardes e o cultivardes sinceramente, ele virá. (…)
Não podemos encontrar paz, quando continuamos a lembrar a dor das velhas feridas. Somente podemos encontrá-la no arrependimento e no perdão. Esta é a doce paz do Cristo, que disse: ‘Bem-aventurados os pacificadores, porque eles 
serão chamados filhos de Deus’. (Mateus 5:9)”. 
Presidente Gordon B. Hinckley(“De Vós Se Requer que Perdoeis”, A Liahona, novembro de 1991, pp. 4–6.)
II Coríntios 2:5–8
Mateus 6:14–15
II Coríntios 2:7–8
D&C 64:9–10

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