28 de janeiro de 2011

CASAMENTO X PARCERIA



(...)O casamento é uma parceria.
Evidentemente, haverá riscos e problemas, mas isso é secundário às grandes oportunidades e satisfações que recebemos ao sublimar os interesses egoístas para o bem do casal.                                                                                                                Há alguns anos, recortei um artigo do jornal Deseret News escrito por Jenkin Lloyd Jones, que dizia, entre outras coisas: “Parece existir uma superstição entre muitos milhares de nossos jovens que andam de mãos dadas (…) nos cinemas de que o casamento é um chalé eternamente cercado de flores, no qual um marido eternamente jovem e belo volta para casa a fim de encontrar uma esposa eternamente bela e jovem.                                                                        Quando as flores murcham e o tédio e as contas aparecem, os tribunais de divórcio ficam lotados.                                                                       (…) A vida é como viajar num trem antigo: há atrasos, desvios, fumaça, poeira, cinza e solavancos, entremeados apenas de vez em quando por belas vistas e emocionantes trechos percorridos a alta velocidade.                                                                                           O segredo está em agradecer ao Senhor por permitir que façamos a viagem”.                                                                                         O segredo, meus irmãos e irmãs, é apreciar a viagem, seguindo de mãos dadas, no sol ou na chuva, como companheiros que se amam. Todos podem fazê-lo, com um empenho disciplinado em viver o evangelho.                                                                                   Lembrem-se: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam”. (Salmos 127:1).                                                                                                                                                                                        Presidente Gordon B. Hinckley

ALICERCE PARA A FELICIDADE

"Uma consciência tranqüila, liberta da angústia, do pesar, da culpa, da vergonha e da autocondenação. Serve de alicerce para a felicidade." 

27 de janeiro de 2011

QUANTOS MÓRMONS EXISTEM?

The Benson family in 1943 




É SÓ CLICAR E VER: 


http://super.abril.com.br/revista/extras/241/241_religiao_mormons.shtml

LEITURA DAS ESCRITURAS

“A leitura de nossas escrituras, para mim, não é uma busca de erudição. É, sim, um caso de amor para com o trabalho do Senhor e de Seus profetas. (…)
Não me preocupo muito em ler longos volumes de comentários preparados para ampliar aquilo que se encontra nas escrituras. Em vez disso, prefiro focalizar meus esforços na fonte, provando das águas impolutas do alicerce da verdade—a palavra de Deus como Ele a deu e como está registrada nos livros que aceitamos como escrituras. (…) Por meio da leitura das escrituras, podemos obter a certeza do Espírito de que aquilo que lemos veio de Deus para a iluminação, bênção e alegria de Seus filhos”.                                                                                                                                              Gordon B.Hinckley                                                                                                    
Ensign, dezembro de 1985

HINOS - PÃO DA VIDA


Os Hinos e Seu Poder de Nutrir

Élder Jay E. Jensen - Conferência Geral Abril de 2007
Os hinos desempenham um papel essencial na espiritualidade, revelação e conversão.
Este magnífico coro prega inspiradores sermões. De fato, “alguns dos maiores sermões são pregados através do cântico de hinos”.1 Meu testemunho e conversão ao evangelho restaurado foram fortemente influenciados pelo cântico dos hinos de Sião quando eu era menino. Fui criado na pequena cidade de Mapleton, Utah, e assisti às reuniões no que hoje é conhecida como a “velha igreja branca”. Minha mãe, que tem 95 anos, ainda mora em Mapleton. Quando a visito, passo ao lado da “velha igreja branca” e minha mente se enche de doces recordações. Entre elas estão o poder de conversão dos hinos que cantávamos no sacerdócio, na Escola Dominical e nas reuniões sacramentais. Minhas experiências foram semelhantes às do Presidente Hinckley que, quando diácono, assistiu a uma reunião do sacerdócio da estaca com o pai. Eles cantaram: “Hoje, ao Profeta Louvemos” 2. Mais tarde, ele diria: “Senti que Joseph Smith era realmente um profeta de Deus e sinto até hoje”3. Creio que muitos de nossos membros sentem o mesmo muitas e muitas vezes. Os hinos desempenham um papel essencial na espiritualidade, revelação e conversão.

Os Hinos Atraem o Espírito

Os hinos são uma “parte essencial de nossas reuniões na Igreja. Os hinos atraem o Espírito do Senhor”.4 Muitas vezes fazem isso mais rapidamente do que qualquer outra coisa. O Presidente J. Reuben Clark Jr. disse: “Achegamo-nos mais ao Senhor por meio da música do que talvez por qualquer outra coisa exceto a oração”.5
Dois missionários ensinavam um casal idoso em sua casa no Peru quando foram interrompidos pela chegada do filho do casal, com a esposa e três filhos. Os élderes explicaram quem eram e o que estavam fazendo. O filho ficou desconfiado dos missionários, o que resultou num momento de tensão. O companheiro júnior orou em silêncio: “Pai Celestial, o que devemos fazer?” Teve a inspiração de cantar. Eles cantaram “Sou um Filho de Deus”6. O Espírito tocou o coração daquela família de cinco pessoas. Em vez de dois conversos, todos os sete se tornaram membros, influenciados inicialmente por um hino.
A música nas reuniões e aulas da Igreja deve promover o espírito de adoração, revelação e testemunho. Para as reuniões sacramentais, o bispado, ou a presidência do ramo, é responsável por escolher ou aprovar a música. Eles devem assegurar-se de que a música, a letra e os instrumentos musicais sejam sagrados, condignos e promovam a adoração e a revelação. A música torna-se um recital quando atrai a atenção para si mesma. Há vários anos, eu era responsável pela música em uma reunião em que o número especial virou um recital. Foi uma decepção. O espírito de adoração foi reduzido.

Os Hinos Propiciam a Revelação

Os hinos “criam um clima de reverência”.7 As palavras reverência e revelação são como gêmeas que gostam da companhia uma da outra. Quando os Setenta e o Bispado Presidente são convidados a reunir-se com a Primeira Presidência e os Doze, somos lembrados de chegar cedo e ouvir reverentemente o prelúdio musical. Isso convida a revelação e prepara-nos para a reunião.
O Presidente Packer ensinou que um membro que toca suavemente “o prelúdio musical tirado do hinário sintoniza nossos sentimentos e faz com que repassemos na mente a letra do hino, que ensina as coisas pacíficas do reino. Se ouvirmos, a letra nos ensina o evangelho, porque os hinos da Restauração são, de fato, um curso de doutrina!”

Os Hinos Promovem a Conversão

Os hinos da Restauração trazem consigo o espírito de conversão. Eles foram resultado de sacrifício. Hinos como “Hoje, ao Profeta Louvemos”9, “Vinde, Ó Santos”10, “Ó Élderes de Israel”11, “Graças Damos, Ó Deus, Por um Profeta”12, “Cantando Louvamos”13 e muitos outros salientam as grandes verdades da Restauração — tais como a divindade do Pai e do Filho, o plano de redenção, a revelação, as escrituras modernas, a coligação de Israel, o santo sacerdócio, as ordenanças e os convênios. Esses hinos que nutrem criam um ambiente propício ao Espírito que nos conduz à conversão.
Quão incompletas e vazias seriam as reuniões sacramentais sem hinos de adoração!14 Os hinos mais sagrados são os que falam do sacrifício de Jesus Cristo, do sangue que verteu e de Sua Expiação infinita.
Minhas lembranças mais antigas do poder de cura do Salvador estão associadas a hinos sacramentais. Esta frase é muito real para mim: “Assombro me causa o amor que me dá Jesus, confuso estou pela graça de Sua luz”15.
Minha compreensão das doutrinas da Expiação está ligada aos hinos. Esta estrofe é um exemplo disso:
“Que glorioso, celestial,
O plano do Senhor:
Perdão, justiça, redenção,
Ao pobre pecador.”16

Devemos Começar a Ensinar os Hinos aos Filhos no Lar

Cantar hinos e ouvir boa música começa em casa. A Primeira Presidência lembrou-nos:
“Os santos dos últimos dias devem encher seus lares com o som de música dignificante. (…) Esperamos que o hinário tenha um lugar de destaque entre as escrituras e outros livros religiosos em nosso lar. Os hinos trazem beleza e paz às famílias e inspiram o amor e a unidade entre seus membros.
Ensinem seus filhos a amarem os hinos. Cantem-nos no Dia do Senhor, nas noites familiares, durante o estudo das escrituras e na hora de orar. Cantem enquanto trabalham, enquanto se divertem e enquanto viajam juntos. Cantem hinos como canções de ninar a fim de edificar a fé e o testemunho de seus filhos”.17

Adorar de Modo Mais Significativo por Meio dos Hinos

Algumas lições importantes que aprendi e procuro aplicar em relação aos hinos são:
1. Esforcem-se para ser mais pontuais nas reuniões, sentem-se em silêncio e ouçam o prelúdio musical, sintam a reverência e recebam revelação.
2. Saiam das reuniões com mais reverência, permitindo que a música do poslúdio prolongue o espírito da reunião.
3. Cantem os hinos. Vejo algumas pessoas que têm um hinário à mão mas não cantam.
4. Escolham hinos adequados às reuniões e mensagens.
5. Usem os hinos para apresentar ou salientar escrituras e verdades do evangelho nas lições e aulas.
6. Ouçam os hinos com mais freqüência no lar, convidando a presença do Espírito.
Oro para que eliminemos toda música imprópria de nossa vida e sigamos o conselho da Primeira Presidência: “Irmãos e irmãs, usemos os hinos para que o Espírito do Senhor entre em nossas congregações, em nosso lar e em nossa vida. Memorizemo-los e meditemos sobre eles, recitemo-los, cantemo-los e partilhemos de seu alimento espiritual. O canto dos justos é uma prece ao Pai Celestial ‘e será respondida com uma bênção sobre suas cabeças’”. Presto testemunho dessas verdades, em nome de Jesus Cristo. Amém.

26 de janeiro de 2011

QUERO UM DIA ESTAR AO LADO DO MEU SALVADOR!

E qualquer que nele tem esta esperança
 purifica-se a si mesmo, 
como também ele é puro.

1João 3:3

UM PAÍS SE FAZ COM SAPATOS E LIVROS



Outro dia, numa palestra, eu escutei uma frase genial do Pedro Bandeira, aquele escritor que você deve estar cansado de conhecer. É, aquele mesmo dos Karas, da Feiurinha e outros tantos livros.
Pois bem: o Pedro estava num colégio carérrimo e chiquérrimo de São Paulo quando uma madame veio reclamar do preço dos livros. Nosso caro escritor - carérrimo, segundo a madame - olhou pros filhos dela e viu que os dois estavam de tênis importado.
Então o Pedro – que apesar do nome, não costuma dar bandeira – virou pra ela e soltou a seguinte frase: “Ô, minha senhora, não é o livro que é caro. É a senhora que prefere investir no pé do que na cabeça dos seus filhos”.
O auditório aplaudiu de pé aquela história. Palmas, gritos, gargalhadas. Eu, disfarçadamente, olhei pra baixo pra ver se não estava calçando meu bom e velho Nike branco. Não tenho a menor intenção de fazer propaganda pra ninguém, pelo contrário: não perco uma chance de comentar aquelas acusações que a Nike vive recebendo, de explorar o trabalho infantil na Ásia. Mas não posso negar que me bateu um sentimento de culpa ao escutar aquela frase. Felizmente eu estava calçando um discretíssimo mocassim preto, então pude aplaudir com mais entusiasmo a tirada do Pedro.
Tirada, aliás, que me fez lembrar um caso divertido da minha infância. Foi no início da década de 80, eu e minha irmã estávamos entrando na adolescência e estudávamos num grande colégio de BH.
Um dia, estávamos em casa quando a mãe de um colega da minha irmã bateu a campainha. Abrimos a janela e vimos a tal senhora debruçada sobre o portão, em lágrimas. Pronto, morreu alguém!, pensamos logo.
Mas não. A coitada começou a explicar, aos soluços: “Eu não estou dando conta dos meus serviçais, eles não param de brigar!”. Juro, foi assim que ela falou: “meus serviçais”. Se eu me lembro bem, a casa dessa senhora era imensa e ocupava quase um quarteirão. Para manter o castelo em ordem, ela precisava de pelo menos uns oito “serviçais”. Era aí que o negócio complicava, pois controlar tanta gente se mostrava uma tarefa árdua, que exigia muito preparo e psicologia.
Ficamos muito consternados com a pobrezinha, ela agradeceu o apoio moral, mas completou que esse não era o motivo da visita. O que era então? E foi aí que veio a bomba. O colégio tinha mandado os meninos lerem um livro assim assim (esqueci o título) e ela queria saber se minha irmã já tinha terminado, pra poder emprestar pro filho dela!
Minha mãe ficou congelada, não sabia se tinha ouvido direito. Então quer dizer que a madame podia contratar oito serviçais pra se engalfinharem e não podia comprar um livro, um mísero livro, coitadinho, que nunca brigou com ninguém?
Minha mãe era livreira, professora, escrevia resenhas para a imprensa e tinha uma biblioteca imensa, inclusive com alguns livros repetidos. Deve ser por isso que, se não me falha a memória, nós não apenas emprestamos, como demos o livro para a mulher.
A frase do Pedro Bandeira completa perfeitamente o caso, e vice-versa. Ninguém está negando que o livro, ou alguns livros, poderiam ser mais baratos, mas de que adianta baixar o preço do produto se nós não dermos valor a ele, se ele não for importante em nossas vidas? Se a gente prefere entrar numa sapataria e investir no pé de nossos filhos. Se a gente entra num McDonald’s da vida e pede pelo número, pede pelo número deixando as letras para depois, ou para nunca.
 MANUAL DE DESCULPAS ESFARRAPADAS - CASOS DE HUMOR, de Léo Cunha, Editora FTD - Gestaremcamocim

25 de janeiro de 2011

AJUDA HUMANITÁRIA SUD

A Igreja de Jesus Cristo mobiliza-se e envia, por meio do Programa de Ajuda Humanitária, 52 toneladas de materiais aos desabrigados da região serrana do Rio de Janeiro

Logo após a tragédia que atingiu a região serrana do Rio de Janeiro – Teresópolis, Petropólis e Nova Friburgo – com fortes chuvas, deslizamentos e muita desolação, sob a direção da Presidência da Área Brasil, de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias,–  os líderes locais da Igreja nessas cidades, numa coordenação com o Departamento de Bem-Estar da Igreja – que gerencia o Programa de Ajuda Humanitária e Emergencial da Área, com apoio do Diretor Temporal da Área, mobilizaram-se e receberam 52 toneladas de materiais doados aos desabrigados atingidos pelas enchentes e deslizamentos.

Após uma logística e aquisição de duas mil cestas de alimentos, dois mil kits de higiene pessoal e galões de água, duas carretas foram enviadas para Teresópolis e Nova Friburgo. Todo o trabalho foi desenvolvido sob a direção do Presidente da Estaca Teresópolis, Antonio de Oliveira e por Élder Rogério Cruz, Setenta.

Em ambas as cidades, quando as carretas de doações chegaram encheram os voluntários de muita emoção. Foi uma grande mobilização. Os voluntários ajudaram a descarregar as carretas e organizar as doações. Nesse momento, em Teresópolis, a TV Cidade – um canal local – fez cobertura jornalística do trabalho.

Em Teresópolis, as doações foram deixadas na capela de Várzea – a Igreja tem servido de alojamento oficial para cerca de 80 pessoas que perderam tudo ou moram em regiões de risco. Destes, cerca de 15 são membros da Igreja. Até o momento, não houve informações que membros da Igreja perderam suas vidas. Ao todo, segundo informações dor órgãos competentes mais de 650 pessoas morreram.

Na capela, há uma grande mobilização da liderança e membros locais para apoiar e servir voluntariamente os desabrigados. “Há diversas atividades e um rodízio de designações. Por exemplo, irmãs e irmãos muito dedicados realizam um rodízio na preparação das refeições e também para, de modo criativo, distrair as crianças e desenvolver atividades com elas.”, explica o Presidente Oliveira, muito emocionado. “São heróis anônimos”.

Para Paulo Araújo, gerente de bem-estar da Igreja – esse momento de urgência e desafios é hora da liderença se mobilizar e aplicar os princípios de bem-estar. “Ajudamos com as necessidades básicas e agora, precisamos aproveitar os recursos do Programa de Bem-Estar da Igreja e prover autossuficiência”.

Roberto Hernandez, Diretor Temporal da Área (DTA), que já esteve envolvido em diversas ações emergenciais – principalmente na América Central -  esteve pessoalmente nas áreas atingidas para acompanhar as primeiras ações do Programa de Ajuda Humanitária da Igreja. “O importante é coordenar os esforços com o Governo local. Queremos ajudar da maneira e forma adequadas”.

Os conselhos de assuntos públicos da estaca e do multiestacas do Rio de Janeiro junto com o especialista de bem-estar da estaca estão envolvidos nos contatos com o poder públicos local e Defesa Civil. Os prefeitos das duas cidades foram visitados e tomaram conhecimento da ajuda que a Igreja destinou para as regiões. Também já houve o início dos trabalhos junto a Secretaria de Ação Social do Rio de Janeiro – no sábado – assistentes sociais estiveram na capela e reuniram-se com a liderança para coordenar as próximas etapas de ajudas aos desabrigados.

Uma das desabrigadas que esta na capela é a sra Josi, que com seus 3 filhos, perdeu toda sua casa e bens materiais. “Não sei o que pensar”, diz ela com olhar vago e carregado de tristeza e depressão. “sei que meu pai não morreu, mas não sei onde ele esta. Perdi tudo – mas meus filhos estão aqui”.

Na capela, além da doação do Programa de Ajuda Humanitária outros donativos não param de chegar. São empresários da região que mobilizados doam alimentos, frutas e muita água.

Em Nova Friburgo a situação é mais desafiadora. A cidade foi totalmente atingida. A capela que ficou com mais de 1.20 metro de água  e houve perda material – móveis computadores – queda de um muro, etc. Todavia, com muita força e dedicação, os membros, mobilizaram-se e já na sexta e sábado limparam toda a capela. Toda a área ao redor da Igreja foi atingida. Inclusive, o prédio da Igreja serve como uma das bases da Defesa Civil e bombeiros.

Agora, a Igreja – por meio de Ajud aHumanitária - segue sua mobilização em prol dos desabrigados. Num esforço coletivo e numa iniciativa da Presidência da Área – 39 estacas de São Paulo irão montar 2000 -  duas mil cestas – kits - para serem destinadas para as regiões atingidas. Além disso, há entre as estacas do Rio de Janeiro um rodízio para que voluntários estejam em Nova Friburgo para servir.


Texto e Fotos - Nei Garcia - Assuntos Públicos

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